# A Matadora de Tigrinhos #10

- Canonical: https://logosgrafia.com/2026/09/26/a-matadora-de-tigrinhos-10/
- Author: Paulo Ricardo Zargolin
- Published: 2026-09-26T20:00:00-03:00
- Modified: 2026-08-31T17:05:00-03:00
- Language: pt-BR
- Categories: A Matadora de Tigrinhos, Logosgrafia em séries, Publicações

---

A Matadora de Tigrinhos ## Aposte nesta história Quatorze números. Quatorze capítulos. Escolha onde entrar — ou onde arriscar mais uma vez. [ 01 aberto ](https://logosgrafia.com/?p=12108) [ 02 ](https://logosgrafia.com/?p=12116) [ 03 ](https://logosgrafia.com/?p=12128) [ 04 ](https://logosgrafia.com/?p=12356) [ 05 ](https://logosgrafia.com/?p=12361) [ 06 ](https://logosgrafia.com/?p=12368) [ 07 ](https://logosgrafia.com/?p=12373) [ 08 ](https://logosgrafia.com/?p=12390) [ 09 ](https://logosgrafia.com/?p=12401) [ 10 ](https://logosgrafia.com/?p=12405) [ 11 ](https://logosgrafia.com/?p=12410) [ 12 ](https://logosgrafia.com/?p=12413) [ 13 ](https://logosgrafia.com/?p=12416) [ 14 ](https://logosgrafia.com/?p=12424) 01 Você continua chorando bonito 17/09 17 a 30 de setembro de 2026 Capítulo 10 ## Na terceira, eu paro Melinda pediu uma folha de papel. Bóris tirou os olhos da transmissão estrangeira. — Papel? — Você sabe o que é. Ele abriu duas gavetas. Na primeira havia cabos, cartões de memória, pilhas sem embalagem e três chaves que provavelmente já não abriam nada. Na segunda, encontrou o folheto de uma farmácia. Entregou. Melinda virou o anúncio de descontos para baixo e escreveu no verso: 17 CONTRATOS — Me dê os nomes. — Você já tem. — Tenho números. Bóris enviou um arquivo. O telefone dela vibrou sobre a mesa. — Quero todos os acessos suspensos. — Os que ainda passam por nós já estão. — Então avise aos outros que o contrato acabou. — E o que você espera que façam? — Que parem de usar. Bóris olhou para o papel. — Você quer mandar uma notificação para cassinos clandestinos pedindo que apaguem uma ferramenta que dá dinheiro? — Quero saber quais recusam. — Todos. Melinda riscou o número com tanta força que rasgou o nome de um xarope do outro lado. — Corte as atualizações. — Já cortei. — Bloqueie o modelo. — As versões instaladas não precisam mais dele. — Precisaram para aprender. — E aprenderam. Ela deixou a caneta. Na tela, a mulher diante do fundo azul chamou Diego outra vez. O nome aparecia no canto da transmissão acompanhado por um novo depósito. Diego novo depósito — Os dados da Casa — disse Melinda. — Tire tudo. — A correspondência foi desativada. — Não foi isso que eu mandei. — Você mandou excluir pacientes e familiares identificáveis. — Agora estou mandando tirar tudo que veio de lá. Bóris voltou à cadeira. — Dá para apagar arquivos. Dá para interromper a entrada. O que o modelo já aprendeu não volta para o prontuário. — Então faça outro. — Outro o quê? — Comece sem a Casa. — Treze anos outra vez? — Se for preciso. Ele aproximou a transmissão que continuava aberta. — Enquanto isso, esta aqui continua funcionando. E não fui eu quem colocou no ar. Melinda fechou a janela. A voz permaneceu. Havia outra aba aberta atrás. Bóris deixou que ela mesma encontrasse e fechasse. — E a Offgrid? — perguntou. — O que tem? — Usa esse modelo? — Usa parte da análise. — Pare. — Por quanto tempo? — Até eu entender o que aconteceu. — Você acabou de entender. Melinda tornou a pegar a caneta. Escreveu AURORA abaixo do número rasgado. — Encerre. — A Aurora já não recebe novos depósitos. — Encerre a empresa. — Luciana tem o contrato e o comprovante. Fechar agora não apaga nenhum dos dois. — Eu não pedi para apagar. Bóris a observou. — O que pediu, então? Melinda demorou. — Para que ela pare de existir. — A empresa ou a ligação com você? Ela dobrou o folheto. — As duas. — Aí vai precisar de mais papel. O telefone tocou. Joana. Melinda atendeu. — Oi. — Davi acordou. — Ele está bem? — Está pedindo para ir embora. Melinda se levantou. — Não deixa. — Eu não mantenho ninguém preso aqui. — Foi modo de falar. — Ele perguntou por você. Melinda olhou para o relógio no computador de Bóris. — Diz que estou indo. — Você está? — Estou. Joana ficou em silêncio. — Joana. — Eu digo que você ligou. A chamada terminou. Melinda pegou a bolsa. — Você ainda não decidiu o que quer que eu faça — disse Bóris. — Eu dei ordens suficientes para uma noite. — Deu ordens que se anulam. Ela parou diante da porta. — Suspenda tudo que ainda responde a você. Não use mais nada da Casa. Não deixe a Aurora receber um centavo. E descubra quem está copiando Tigresa. — Para cobrar ou para derrubar? Melinda segurou a maçaneta. Não respondeu. Bóris tornou a abrir a transmissão. Diego ainda estava lá. Nina chegou em casa vinte e seis minutos depois de perguntar se Melinda havia chegado. A sala estava escura. — Melinda? Nenhuma resposta. Ela acendeu a luz. O DVD de George, o Rei da Floresta continuava fora da caixa, esquecido ao lado da televisão. Havia uma blusa de Melinda sobre o encosto do sofá e duas correspondências fechadas na mesa. A casa conservava sinais de alguém que tinha saído havia pouco. Nina foi até o quarto. A cama estava arrumada. No banheiro, a toalha permanecia seca. Ela abriu a conversa. Chegou? Sim. O computador de Melinda estava fechado sobre a pequena escrivaninha junto à janela. Nina ficou na porta. Não precisava tocar. Já sabia que a irmã havia mentido. Qualquer coisa que encontrasse seria apenas a mentira seguinte. Mesmo assim, entrou. Levantou a tampa. A fotografia das duas apareceu na tela. Nina tinha dez anos, o cabelo cortado por alguém que claramente não deveria trabalhar com tesoura e um dente faltando. Melinda usava óculos escuros grandes demais e segurava um algodão-doce que começava a derreter sobre sua mão. Nina conhecia a fotografia. Nunca tinha reparado que Melinda escolhera justamente aquela. O campo da senha surgiu abaixo. Melinda 1ª tentativa Ela tentou o nome da Casa seguido pelo ano da inauguração. Sentiu alívio. Era uma tentativa ridícula. Melinda não colocaria na senha do computador alguma coisa que aparecia em placa, entrevista, documento e caneca de brinde. Nina pensou um pouco. Tentou o aniversário da irmã. O alívio não voltou. Ficou olhando para os pontos que desapareceram do campo. — Mais uma — disse em voz baixa. — Na terceira, eu paro. A frase soou mal dentro daquele quarto. Parecia coisa de paciente diante de aplicativo. Nina afastou as mãos. Ainda estava tentando decidir qual seria a última senha quando ouviu uma chave na porta da sala. Fechou o computador. Apagou a luz e saiu do quarto com cuidado para não bater o joelho na quina da cama. Conseguiu bater mesmo assim. Melinda entrou enquanto ela alcançava o corredor. Nina permaneceu no escuro. A irmã deixou a bolsa no sofá, retirou os sapatos e ficou alguns segundos parada no meio da sala. Parecia cansada demais para acender a luz. — Nina? Ela não respondeu. Melinda caminhou até a porta do quarto dela. Nina já estava deitada, com os olhos fechados e o coração trabalhando mais do que a situação justificava. Melinda abriu apenas uma fresta. — Boa noite. Esperou. Depois fechou. Nina abriu os olhos. Era a primeira vez que fingia dormir para Melinda desde a infância. Naquela época, fazia isso para ser carregada até a cama. Davi estava no jardim quando Melinda chegou à Casa Recomeço na manhã seguinte. Vestia a mesma roupa do dia anterior e segurava um copo de plástico com café. Joana permanecia a alguns metros, conversando com a mãe dele ao telefone. Melinda sentou-se no banco. — Oi. — Oi. — Você conseguiu dormir? — Um pouco. — Comeu? — Pão de queijo. A Joana considera obrigatório. — É protocolo mineiro. Davi sorriu sem mostrar os dentes. Ficaram em silêncio. Uma funcionária regava plantas perto do muro. O jato de água atingia mais o chão do que os vasos, mas ninguém parecia disposto a corrigir. — Você foi embora — disse Davi. Melinda olhou para ele. — Eu voltei. — Depois. — Eu precisava resolver uma coisa. — Eu sei. Ele bebeu o café. — A Joana ficou. — Ainda bem. Não havia cobrança na voz. Isso a fez se sentir pior. — Sua mãe vem buscar você — disse Melinda. — Eu contei. — Fez bem. — Ela chorou. — Mãe faz isso mesmo quando a gente conta as coisas certas. Davi olhou para o copo. — Eu vou ter que começar tudo outra vez? — Não. — Parece. — Você vai precisar continuar de outro jeito. Ele demorou. — É pior. — Normalmente. Joana encerrou a ligação e se aproximou. — Ela chega em vinte minutos. Davi assentiu. Melinda tocou o ombro dele. Desta vez, ele deixou. Joana esperou que ela se levantasse. — Preciso falar com você. Entraram na sala de atendimento. O tablet estava sobre a mesa. — O relatório sumiu do sistema — disse Joana. RELATÓRIO DE PROPENSÃO COMPORTAMENTAL uso interno — acesso restrito × INDISPONÍVEL O conteúdo não está mais acessível neste sistema. — Eu mandei suspender a integração. — Suspender integração apaga documento? — Não deveria. — Mas apagou. Melinda sentou-se. — Você tem a cópia que me enviou? — Tenho. — Guarda. Joana puxou a outra cadeira. — Eu ia guardar de qualquer jeito. Melinda apoiou a bolsa no chão. — A exportação foi interrompida. — Para onde os dados iam? — Para um modelo de análise comportamental. — De quem? — Da empresa que presta o serviço. Joana esperou. — E o que essa empresa faz com a análise? Melinda passou a mão pelo rosto. — Eu ainda estou verificando. — Você já sabe mais do que isso. — Sei que informações da Casa foram usadas de uma forma que não deveriam. Joana ficou muito quieta. — Prontuários? — Padrões extraídos dos prontuários. Sem os nomes. — Davi tem nome. Melinda levantou os olhos. — Eu sei. — Então me dá uma resposta que eu possa dar a ele olhando para aquele banco. Melinda olhou para a porta fechada. — Hoje, os dados dele não estão mais sendo cruzados. — E ontem? Ela não respondeu. Joana se levantou. — Eu não vou falar com ele agora. Ele mal conseguiu contar para a mãe que apostou quatrocentos reais. — Obrigada. — Não é por você. — Eu sei. Joana pegou o tablet. — Se mais alguma coisa desaparecer, eu vou perceber. Saiu. Melinda permaneceu sentada. O telefone vibrou dentro da bolsa. Uma mensagem de Bóris. Bóris Campanhas centrais suspensas. Onze novas versões identificadas desde as seis. A Offgrid precisa de resposta até o meio-dia. A resposta é não. Não a uma campanha, ao sistema ou à empresa? Ela bloqueou o aparelho. Nina a esperava no corredor. Não estava sozinha. Olívia segurava uma pasta e falava sobre pedidos de entrevista, o áudio de Luciana e uma proposta de campanha educativa sobre falsificação de voz. — A gente pode transformar o caso em informação — dizia. — Sem citar ninguém diretamente. Melinda saiu da sala. — Agora não. Olívia fechou a pasta. — Todo mundo quer um posicionamento. — Continuamos sem um. — Isso também está virando posicionamento. — Você já me disse. — Continua sendo verdade. Olívia olhou para Nina. — Vou responder aos jornalistas. Deixou as duas no corredor. Nina esperou que ela se afastasse. — Você não estava em casa quando respondeu minha mensagem. Melinda segurou a alça da bolsa. — Eu cheguei depois. — Você disse que já tinha chegado. — Eu não queria que você se preocupasse. — Funcionou muito bem. Melinda respirou fundo. — Eu estava resolvendo o problema do áudio. — Na casa de um paciente? — Não. A resposta surpreendeu Nina. Pequena, mas limpa. A primeira desde a ligação. — Então onde? O telefone voltou a vibrar. Melinda não olhou. — Não posso te contar agora. Nina assentiu devagar. — Você consegue dizer quando? — Quando eu souber como consertar. — E se não tiver conserto? Melinda abriu a boca. Nina não esperou. Seguiu pelo corredor e entrou na sala de comunicação. O telefone vibrou pela terceira vez. Bóris ligava. Melinda recusou. Entrou em seu escritório e fechou a porta. Sobre a mesa, encontrou o desenho da menina de oito anos que Nina havia mandado colocar na parede principal. Alguém o deixara ali para ser emoldurado. Melinda segurava uma espada dourada diante de vários tigres redondos. Um deles tinha asas. Outro usava chapéu. Em cima, a frase continuava escrita com canetinha: O telefone tocou de novo. Ela atendeu. — O que é? — A Offgrid não vai suspender as operações por tempo indeterminado sem uma justificativa. — Você é a justificativa. — Não para os outros sócios. — Então encontre outra. — Posso dizer que houve comprometimento de dados. — Não. — Posso dizer que a infraestrutura precisa ser separada da Casa Recomeço. — Também não. — Posso inventar. Melinda olhou para o desenho. — Foi o que nos trouxe até aqui. — O que nos trouxe até aqui funcionou durante treze anos. O problema começou quando Luciana reapareceu. — O problema existia antes dela. Bóris ficou em silêncio por um instante. — Essa frase parece nova. — Tire a Casa da infraestrutura. — Isso pode derrubar o portal, o acesso aos registros e parte do atendimento remoto. — Então transfira. — Para quem? — Contrate outra equipe. — E mostro uma equipe nova por que um centro de tratamento compartilha estrutura com uma plataforma de aposta e uma empresa de educação financeira? Melinda apertou o desenho contra a mesa. — Faça sem mostrar. — Eu fazia isso para você. Melinda ouviu o tempo verbal. — Ainda faz. — Hoje você quer que eu desmonte o próprio trabalho sem mostrar a ninguém por quê? A Casa precisa sair limpa. A Offgrid não pode fazer perguntas. A Aurora tem que morrer discretamente. E Tigresa já está fora desta sala. — Eu sei o que quero. — Você sabe o que não quer perder. Melinda afastou o desenho. — A diferença não importa. — Para quem executa, importa. — Quanto tempo para separar a Casa? — Sem ninguém perceber? Semanas. — Não temos. — Temos o mesmo tempo de sempre. Você é que começou a olhar para o relógio. Melinda se levantou. — Kadu encontrou a ligação entre as estruturas? Bóris demorou. — Encontrou um identificador compartilhado. — E você não me contou. — Você estava ocupada mandando falsificar a voz da mulher que morava com ele. — Eu não mandei isso. — Pode repetir. A frase melhora pouco. Melinda caminhou até a janela. No jardim, Davi abraçava a mãe. Joana permanecia perto, sem interferir. — O que Kadu sabe? — perguntou. — O suficiente para continuar procurando. — E Luciana? — Voltou para casa. — Sozinha. — Até onde sabemos. — Você continua vigiando. — Você não mandou parar. Melinda fechou os olhos. Passara a noite distribuindo ordens pelo sistema e deixara justamente o detalhe mais simples para trás: os homens diante da casa de Luciana. — Tire todo mundo de lá. — Isso é uma ordem que consigo cumprir. Bóris desligou. Melinda continuou diante da janela. Davi entrou no carro da mãe. Antes de fechar a porta, seus olhos passaram por Melinda e pararam na fachada da Casa Recomeço. Melinda voltou à mesa. Abriu o perfil de Luciana. O último vídeo ainda era o mesmo. A imagem estava ruim. O rosto aparecia cansado e duro. Luciana dizia que Melinda conhecia o passado, que a Aurora nunca havia morrido e que havia gente demais protegendo uma mulher só. Nos comentários, agora chamavam Luciana de mentirosa com a voz dela. Melinda assistiu até o fim. Depois abriu a pasta que Bóris enviara com os dezessete contratos. Leu os nomes. pasta CONTRATOS 17 intermediários · fundos · empresas Não conhecia metade. Os que conhecia passavam por intermediários, fundos e empresas que não apareciam em nenhuma transmissão. Bóris tinha razão sobre uma coisa: romper os contratos não faria Tigresa desaparecer. Serviria para avisar que estavam com medo. Fechou. Abriu a página da Casa. No alto, sua própria fotografia aparecia diante da frase RECOMEÇAR É POSSÍVEL. Kadu encontrara uma ligação escondida ali dentro. Melinda não saberia nem onde procurar. Fechou também. Por último, tornou a abrir o vídeo de Luciana. — Ela sabe o que fez — dizia. Melinda pausou. — Sei. Pegou a bolsa. Olívia ergueu os olhos quando ela atravessou a sala de comunicação. — Vai sair? — Vou. — Tem uma equipe de televisão chegando em meia hora. — Desmarca. — Já desmarquei duas vezes. — Então eles estão acostumados. Nina estava diante do computador. Não perguntou para onde Melinda ia. Melinda parou. Quase disse. O silêncio da irmã não lhe deu coragem. Saiu pela porta lateral. No carro, abriu o aplicativo de localização. O endereço de Luciana continuava salvo no histórico que Bóris lhe enviara quando mandou vigiar a casa. Melinda tocou nele. histórico de localização ● Local salvo •••••••••••••••••• DESTINO DEFINIDO O motorista olhou pelo retrovisor. — Vamos para casa? — Não. Ele aguardou o novo destino aparecer. Melinda colocou o telefone sobre o banco. O carro saiu da Casa Recomeço e seguiu para a casa de Luciana. [ ](https://logosgrafia.com/2026/09/26/a-matadora-de-tigrinhos-10/) ### [A Matadora de Tigrinhos #10](https://logosgrafia.com/2026/09/26/a-matadora-de-tigrinhos-10/) por [Paulo Ricardo Zargolin](https://logosgrafia.com/author/ninhozargolin/) 26 de setembro de 2026 [ ](https://logosgrafia.com/2026/09/25/a-matadora-de-tigrinhos-09/) ### [A Matadora de Tigrinhos #09](https://logosgrafia.com/2026/09/25/a-matadora-de-tigrinhos-09/) por [Paulo Ricardo Zargolin](https://logosgrafia.com/author/ninhozargolin/) 25 de setembro de 2026 [ ](https://logosgrafia.com/2026/09/24/a-matadora-de-tigrinhos-08/) ### [A Matadora de Tigrinhos #08](https://logosgrafia.com/2026/09/24/a-matadora-de-tigrinhos-08/) por [Paulo Ricardo Zargolin](https://logosgrafia.com/author/ninhozargolin/) 24 de setembro de 2026 [ ](https://logosgrafia.com/2026/09/23/a-matadora-de-tigrinhos-07/) ### [A Matadora de Tigrinhos #07](https://logosgrafia.com/2026/09/23/a-matadora-de-tigrinhos-07/) por [Paulo Ricardo Zargolin](https://logosgrafia.com/author/ninhozargolin/) 23 de setembro de 2026 [ ](https://logosgrafia.com/2026/09/22/a-matadora-de-tigrinhos-06/) ### [A Matadora de Tigrinhos #06](https://logosgrafia.com/2026/09/22/a-matadora-de-tigrinhos-06/) por [Paulo Ricardo Zargolin](https://logosgrafia.com/author/ninhozargolin/) 22 de setembro de 2026 [ ](https://logosgrafia.com/2026/09/21/a-matadora-de-tigrinhos-05/) ### [A Matadora de Tigrinhos #05](https://logosgrafia.com/2026/09/21/a-matadora-de-tigrinhos-05/) por [Paulo Ricardo Zargolin](https://logosgrafia.com/author/ninhozargolin/) 21 de setembro de 2026 [ ](https://logosgrafia.com/2026/09/20/a-matadora-de-tigrinhos-04/) ### [A Matadora de Tigrinhos #04](https://logosgrafia.com/2026/09/20/a-matadora-de-tigrinhos-04/) por [Paulo Ricardo Zargolin](https://logosgrafia.com/author/ninhozargolin/) 20 de setembro de 2026
