Por: Paulo Ricardo Zargolin
Tem texto que a gente publica… e ele resolve viajar sozinho.
Em 2016, um artigo acadêmico publicado na Revista Campo do Saber, de Cabedelo (PB), apresentou um estudo de caso sobre escolas sustentáveis realizado em Bayeux, na Grande João Pessoa.
E, no meio das referências da pesquisa, estava o Logosgrafia.
Os autores citaram “Construindo Escolas Sustentáveis”, texto que eu havia publicado por aqui.
É uma aparição pequena. Uma referência bibliográfica entre tantas outras. Mas existe alguma coisa bonita nesse tipo de descoberta: uma palavra publicada num blog atravessou quilômetros, entrou numa pesquisa acadêmica e reapareceu em outro canto do Brasil.
Às vezes, a gente escreve sem saber o tamanho do caminho.
Planta uma ideia numa página simples, quase doméstica, e segue a vida. Anos depois, descobre que alguém encontrou aquela ideia, levou-a consigo e fez com que ela germinasse em outro chão, em outras mãos, em outro estado.
Do Logosgrafia à Paraíba. De uma publicação na internet às referências de uma pesquisa acadêmica.
A maçã já germinava antes mesmo de saber que viraria pomar.
📍 Zargolin por aí
Publicação: Revista Campo do Saber — Cabedelo/PB
Estudo de caso: Bayeux/PB
Ano: 2016
Citação: “Construindo Escolas Sustentáveis” — Logosgrafia


