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Escolha por onde entrar:
pela memória, pela infância, pela linguagem, pela ficção, pela educação ou pela maçã verde que insiste em pensar.

Neste acervo, o leitor encontra textos críticos, ensaios, resenhas, materiais formativos, conteúdos autorais e outras criações organizadas em uma mesma biblioteca viva, construída aos poucos, com cuidado e intenção.

Crônicas Zargolinianas é a estante em que o cotidiano deixa de parecer inocente. Aqui, cenas comuns, vícios sociais, afetos tortos, contradições morais e pequenos absurdos da vida contemporânea são reorganizados em textos que misturam ironia, crítica, estranhamento e densidade simbólica. Entre a maçã recorrente, o humor ácido e a observação implacável do humano, cada crônica tenta revelar que, por trás do banal, quase sempre há uma fissura pedindo linguagem.

Uma estante dedicada às pequenas epopeias afetivas de Pudim & Toddynho: histórias breves, ternas e levemente irônicas sobre convivência, saudade, cuidado, bagunça e amor cotidiano entre humanos e cães que, às vezes, parecem entender mais de afeto do que muita gente.

O jogo, uma ficção marcada por tensão, percepção, ambiguidades e jogos de interpretação, em torno do universo de MAGENTA! — onde lógica, blefe e relações humanas se entrelaçam numa narrativa inquieta e singular.

Em bom português reúne textos que fazem uma mediação entre o pensamento denso e a leitura possível. Aqui, teorias, conceitos e formulações de autores canônicos da pedagogia, das letras, da psicologia e de áreas afins são retomados com rigor, mas sem o vício da obscuridade. A proposta não é simplificar por empobrecimento, e sim traduzir com inteligência: preservar a espinha dorsal das ideias, destacar seus pontos centrais, expor seus impasses e trazê-los para mais perto de quem deseja compreender sem precisar atravessar sozinho o labirinto acadêmico.

Estante dedicada à revisita do podcast Paulo Falante, onde cada episódio retorna como memória escutada à luz do tempo. Aqui, ideias antigas ganham nova camada de sentido, entre permanências, desvios e maturações, num percurso que celebra a voz, a reflexão e o gesto sempre arriscado — e precioso — de dizer algo ao mundo.

Logosgrafia em séries reúne narrativas em capítulos que tratam a continuidade não como mera sequência, mas como mecanismo de tensão. Aqui, cada texto parece começar quando alguma normalidade já foi discretamente ferida: um detalhe fora do lugar, um gesto que não se explica de imediato, uma ausência, um objeto, um sintoma, uma frase, um vestígio.
Em destaque:

Uma novela distópica em sete capítulos.
Em uma cidade marcada pela fome, receber a “mensagem dadivosa” deveria ser uma bênção. A convocação promete uma vida melhor, conduz os escolhidos à antiga Universidade e transforma a esperança em rito.
Os capítulos serão publicados diariamente, entre 12 e 19/07/2026, com acesso exclusivo para assinantes pagos do Logosgrafia.
Entre com cuidado.
A Ilha não é exatamente um lugar.
É uma promessa.

Elementos da mitologia do site:

Lia no país da Logosgrafia é uma fantasia seriada em que uma menina atravessa um portal para um reino de palavras, descobrindo que nomear o mundo também pode transformá-lo.

Entre Pílulas Logosgráficas, como as que Lia toma no País da Logosgrafia, há textos breves, leves e frequentes; mas não descartáveis. São cápsulas de linguagem: um comentário, uma lembrança, uma frase, um link, uma provocação.
Saiba mais, visitando o CONCEITO.
No Logosgrafia, a cultura circula por três caminhos complementares:
Logosgrafia é pop parte do que viraliza, ou já viralizou, para transformar o entretenimento em provocação inteligente.

Logosgrafia é pop reúne leituras críticas de obras, personagens, cenas e fenômenos da cultura popular, tomando o entretenimento como ponto de partida para refletir sobre temas humanos, sociais, simbólicos e existenciais. Entre a ficção, a memória e o olhar analítico, a estante transforma referências conhecidas do grande público em matéria de pensamento, sensibilidade e interpretação.
Estudos de Caso para Mentes Inquietas observa cenas, cortes e acontecimentos que circulam bem, mas os abre como sintomas sociais, morais e simbólicos.

Uma estante voltada a textos que observam o cotidiano com lupa, inquietação e densidade crítica. Aqui, casos aparentemente simples se abrem em camadas de sentido, revelando tensões morais, sociais, culturais e simbólicas que atravessam a vida contemporânea. É um espaço para quem não se contenta com a superfície e deseja pensar além do óbvio.
Nostalgrafia retorna ao que marcou infâncias, especialmente no imaginário dos anos 80 e 90, para investigar como a cultura massificada ensinou gerações inteiras a sentir, desejar e interpretar o mundo.

Aqui, a infância não será lembrada; será reinterpretada.
Entre desenhos, séries e programas que marcaram gerações, a Nostalgrafia investiga o que aprendemos sem perceber: valores, medos, afetos e formas de ver o mundo.




