Por: Bruno Alves da Silva
Um lindo poente era o que eu via enquanto distraia-me com meu cão, então gritos vindouros de um homem, que estava embriagado e na rua, distraiu-me, pois o sábio dizia “Sou livre”, elevei meu pensamento quanto a essa afirmação. Somos livres? Creio que não!
Para falar de liberdade, obrigatoriamente terei que abordar o tema livre-arbítrio e o farei. O livre-arbítrio existe, mas para nós meros mortais é limitado, se encaixa na seguinte maneira: nascemos, existimos e morremos, esse fato é imutável, mas somos livres para escolher os caminhos desse curto período de existência, podemos fazer nossas vontades, mas não escolher quais serão elas.
Para os leitores leigos colocarei da seguinte forma: Podemos escolher como viver, o que comer e beber, mas coisas biológicas como: saúde, existência e morte são imutáveis, algumas até inconsciente.
Não pretendo abalar a fé de ninguém, apenas escrevo aquilo que estudei e observei. Somos livres para acreditar em uma entidade ou força transcendente, mas mesmo o livre-arbítrio encontrado na maioria das religiões é limitado, pois se houvesse essa totalidade de escolha, todos optariam em ir para o tal paraíso, tanto em fatores religiosos, agnósticos ou ateístas, estamos dentro de um absolutismo de liberdade limitada, não somo capazes de controlar o tempo, existência ou saúdes, apenas podemos escolher os caminhos que mais nos agradam. Somos limitadamente livres para buscar uma infinidade de felicidade em um tempo limitado de existência.
