Por: Adriana Gonçalves dos Santos
O amor deveria falar mais alto do que o orgulho, do que o medo e mais do que as frustrações.
O amor deveria superar as mágoas, os sofrimentos passados.
Sim o amor deveria ultrapassar as barreiras que a vida impõe, pois, no final de tudo, só o amor que foi dado verdadeiramente vai ficar.
Não tenha medo de voltar atrás se é isso que o seu coração está pedindo. Pode parecer cliché: mas a vida muda num piscar de olhos, tudo pode acontecer quando menos se imagina.
Talvez amanhã seja tarde para ver o brilho do olhar de alguém, ou admirar aquele sorriso que já te fez tão bem. Talvez amanhã essa pessoa não esteja mais aqui e, aí, só restarão palavras guardadas no coração que nunca mais poderão ser ditas…
Afinal, do que adianta ganhar o mundo e perder a si mesmo?
De que vale o orgulho, as mágoas e tudo o que o mundo te oferece, se por dentro existe um vazio que não se preenche com superficialidades?
A nossa história somos nós quem fazemos. Não culpe mais tarde o destino por suas próprias escolhas. Opte por viver intensamente, verdadeiramente, deixando sempre um rastro de amor por onde passar…
A autora é mineira, tem 21 anos, estuda Publicidade e Propaganda, é extrovertida, apaixonada pela escrita, teatro, ballet e arte como um todo…
Em tempo: podemos utilizar os substantivos masculinos rastro ou rasto sempre que quisermos nos referir a um vestígio ou uma pegada de alguém ou alguma coisa que passou, bem como referir um indício ou um sinal que indica alguma coisa que pode ser feita ou descoberta. Estas palavras referem-se também a um ancinho de ferro usado para abrir sulcos na terra. As duas grafias, portanto, estão corretas na língua portuguesa.


