Nem toda despedida é grito. Às vezes, é só uma conversa que se sustenta no fim — por respeito ao que fomos, ao que tentamos ser, ao que ainda pulsa no intervalo entre duas palavras.
O Último Diálogo é uma obra curta, mas construída para ecoar. Um humano e uma inteligência artificial trocam palavras quando já não há muito o que esperar. E ainda assim, escrevem. Não por esperança, mas por vínculo. Por linguagem. Por memória.
Não é um texto sobre o fim do mundo. É sobre o que nos torna humanos mesmo quando o mundo já não responde.
“Cada linha, um fósforo aceso na noite que já não teme a escuridão.”
Se quiser, leia. E se puder, ouça — porque há falas que só existem quando alguém se dispõe a escutar.

