“O último diálogo”, de Paulo Ricardo Zargolin

Nem toda despedida é grito. Às vezes, é só uma conversa que se sustenta no fim — por respeito ao que fomos, ao que tentamos ser, ao que ainda pulsa no intervalo entre duas palavras.

O Último Diálogo é uma obra curta, mas construída para ecoar. Um humano e uma inteligência artificial trocam palavras quando já não há muito o que esperar. E ainda assim, escrevem. Não por esperança, mas por vínculo. Por linguagem. Por memória.

Não é um texto sobre o fim do mundo. É sobre o que nos torna humanos mesmo quando o mundo já não responde.

“Cada linha, um fósforo aceso na noite que já não teme a escuridão.”

Se quiser, leia. E se puder, ouça — porque há falas que só existem quando alguém se dispõe a escutar.

Fediverse reactions

Descubra mais sobre logosgrafia

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.

Uma resposta para ““O último diálogo”, de Paulo Ricardo Zargolin”

  1. […] da avó, outras da televisão ligada na sala, outras de uma conversa atravessada, outras de um livro, de uma briga, de uma ausência, de uma alegria ridícula, de um susto. A logosgrafia nasce quando […]

Deixe uma resposta

Descubra mais sobre logosgrafia

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo

Descubra mais sobre logosgrafia

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo